Número de investidores engajados em causas sociais quadruplicou na última década

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Relatório aponta que a cada US$ 4 trilhões investidos, US$ 1 trilhão é destinado a investimentos ambientais, causas sociais e de governança. A constante busca por mais lucros e menos gastos é o que move o grande ciclo do capitalismo. O que tem se observado, contudo, é que os investidores têm, cada vez mais, destinado suas apostas à iniciativas conscientes, sobretudo no meio ambiente. ambientalismoUm relatório publicado pela Harvard Business Review indica que, além da busca pelo lucro, acionistas também têm desenvolvido consciência dos impactos sociais e ambientais de empresas e governos a quem destinam seus investimentos. A partir do início de 2018, a cada US$ 4 trilhões investidos nos EUA, US$ 1 trilhão foi encaminhado para os chamados investimentos ambientais, sociais e de governança (ESG). No último ano, por exemplo, cerca de 15 milhões de títulos foram emitidos em prol da causa da pesca e proteção ambiental de animais marinhos. No total são US$ 11,6 trilhões voltados a causas ambientais e sociais. Esse número representa um crescimento de US$ 9 trilhões em comparação a 2010, quando os fundos ESG representaram aproximadamente US$ 3 trilhões de ativos geridos profissionalmente. Dados como este deixam nítida a crescente preocupação de investidores sobre o destino de seus fundos aplicados, visualizando o impacto social e ambiental de seus investimentos. Apesar de investidores poderem optar por não subsidiar empresas privadas ou estatais que compactuem com políticas incorretas e prejudiciais ao meio ambiente, há um lado negativo nisso. De acordo com a reportagem do Quartz isso pode revelar um interesse em apenas manter os lucros, desassociando-se de empresas com condutas irregulares, e não por realmente por preocupar-se com causas positivas. “Essencialmente, o que os investidores querem é a promessa de desempenho da engenharia financeira combinada com a garantia de um amanhã melhor”, citam os autores do artigo. De acordo com o relatório, diante desse cenário surge a necessidade de se criar padrões de investimento que atendam às novas necessidades dos investidores, uma vez que esse novo padrão de preocupação ainda é recente, mas tende a amadurecer. FONTE: ÉPOCA NEGÓCIOS Gostou dessa notícia? Achamos que você também vai gostar desse artigo: O FRANCHISING E O CAPITALISMO CONSCIENTE O Grupo BITTENCOURT é um ASSOCIADO APOIADOR do ICBB-Instituto Capitalismo Consciente Brasil, com o propósito de apoiar e promover a essência do movimento no âmbito do franchising e das redes de negócios e unir forças para estimular e divulgar bons exemplos empresariais.

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