Bom desempenho do 1º trimestre da Arezzo&Co contou com projeto do Grupo BITTENCOURT

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Modelo Arezzo "Light" projetado para cidades menores tem sido um dos propulsores do crescimento da companhia

A Arezzo & Co, dona das marcas Arezzo, Schutz, Anacaptri, Alexandre Birman, Fiever e Owme reportou no primeiro trimestre do 2018 um lucro líquido de R$ 27,1 milhões, o que representou um crescimento de 22,3% sobre o mesmo intervalo de 2017.  A receita líquida avançou 11,1% , para R$ 330,2 milhões. Em volume, as vendas de calçados aumentaram 7,1%, para 2,7 milhões de pares, enquanto as vendas de bolsas avançaram 34,1%, para 358 mil unidades. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) alcançou R$ 40,8 milhões, com crescimento de 13,1%. “Temos visto que o varejo ainda não está se recuperando do jeito que se esperava no fim do ano passado. No geral, as empresas de moda e calçados não têm performado em patamares tão altos quanto a Arezzo. A companhia faz parte de um grupo de empresas com desempenho fora da curva”, avaliou Daniel Levy, diretor financeiro e de relações com investidores da companhia. Ele observou que todas as marcas da companhia apresentaram crescimento em vendas e também houve avanços em todos os canais — lojas próprias, franquias, comércio eletrônico e redes multimarcas. Um dos destaques da divulgação do resultado foi o projeto "Light" idealizado pelo Grupo BITTENCOURT para a Arezzo&Co.  O crescimento da Arezzo foi impulsionado principalmente pela marca Arezzo e pela Anacapri. Alexandre Birman revelou que o formato criado deve levar a marca Arezzo a cidades com população entre 80 mil e 250 mil habitantes. O capex médio de uma loja Light é de R$ 150 mil, e o capital de giro, outros R$ 100 mil (o equivalente à receita de um mês). O payback do investimento para o franqueado deve se dar em 20 meses. Pelo menos nove lojas do novo formato devem estar abertas até o fim deste ano, em cidades como Muriaé (MG), Caldas Novas (GO), Picos (PI) e Tatuí (SP). Além de penetrar cidades menores, Birman disse que numa segunda fase o novo formato também pode servir a regiões periféricas das grandes cidades. A Arezzo&Co, que deve chegar ao fim deste ano com 608 lojas, não dá guidance do número de novas lojas por marca, mas espera abrir entre 55 e 60 lojas ano que vem. "O Grupo BITTENCOURT idealizou o projeto pensando em como viabilizar a marca em cidades com menor densidade demográfica mas ainda com bom potencial de consumo. O modelo foi estruturado para as lojas serem otimizadas por meio de tecnologia e claro, sempre pensando também numa relação sustentável com os franqueados. Além do novo modelo, toda a parte de suporte para a rede também foi idealizada pela consultoria. As lojas contam com a presença de um consultor de implantação que acompanha toda a operação do estabelecimento diariamente de forma remota e presta auxílio para evitar que problemas de gestão aconteçam, como gargalos no gerenciamento de estoques ou dificuldades com o fluxo de caixa." Lyana Bittencourt, diretora executiva do Grupo BITTENCOURT. Para Daniel Levy, diretor financeiro e de relações com investidores. “Essas lojas tem superado as expectativas em termos de vendas. Nossa marca mais madura ainda tem muito a crescer no país com esse modelo”. Fonte: Valor Econômico e Divulgação