Grupo Bittencourt
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Gestão de redes de franquias impulsiona o Açaí da Barra à marca de 300 lojas

Publicado por Grupo BITTENCOURT julho 1, 2026
Atualizado em agosto 12, 2026

De uma parceria de quase oito anos nasceu uma jornada que vai da formatação do modelo à internacionalização, passando pela reestruturação financeira e chegando à gestão de performance da rede.

Com cerca de 300 lojas e 250 franqueados, o Açaí da Barra vive um novo ciclo de expansão no franchising brasileiro. Nos últimos 18 meses, a rede abriu 100 unidades e avançou na construção de uma gestão mais orientada por dados, com padronização operacional e melhoria contínua da performance dos franqueados.

O crescimento reflete a maturidade de uma franqueadora que, ao ganhar escala, deixou de tratar a expansão como abertura de pontos e passou a tratá-la como a construção de um sistema. Um sistema capaz de sustentar rentabilidade, nível de serviço e consistência operacional em diferentes regiões e perfis de operação. Para conduzir essa travessia, a empresa escolheu o Grupo BITTENCOURT como parceiro estratégico de longo prazo.

Crescer não é abrir lojas. É construir um sistema capaz de sustentar a rentabilidade de cada franqueado, em qualquer região, sem perder a identidade da marca. O Açaí da Barra entendeu isso cedo, e foi essa decisão que transformou volume em consistência.

Lyana Bittencourt

CEO do Grupo BITTENCOURT

Segundo Alexandre Ustulin, CEO do Açaí da Barra, a rede saiu de aproximadamente 210 para 300 lojas em cerca de um ano e meio. O executivo lembra que, em redes de franquias, é natural haver fechamento de unidades ao longo da jornada, mas o fortalecimento da gestão reduz riscos e amplia a saúde do sistema como um todo.

Uma parceria construída ao longo de toda a jornada

A relação entre o Açaí da Barra e o Grupo BITTENCOURT começou ainda na fase de estruturação da franqueadora, há cerca de sete a oito anos, quando a marca já operava sua fábrica em Barra Bonita e buscava consolidar modelagem, padronização e governança para escalar com segurança.

Naquele momento, o desafio era transformar uma operação em ascensão em um modelo replicável, preparado para crescer com consistência ao lado dos fundadores. “O franchising ainda era algo novo para a empresa”, relata Ustulin. A atuação do Grupo BITTENCOURT começou justamente nesse ponto: organizar o negócio, formatar o modelo de franquia e desenhar as bases sobre as quais a rede cresceria nos anos seguintes.

O teste da ambição internacional

Consolidada a formatação, a franqueadora passou a olhar além das fronteiras. Antes de decidir levar o açaí para fora do Brasil, o Açaí da Barra acionou o Grupo BITTENCOURT para responder a uma pergunta estratégica: vale a pena internacionalizar e, em caso afirmativo, por onde começar?

O projeto avaliou mercados, barreiras de entrada e potencial de demanda para definir qual seria o melhor país para a estreia internacional da marca. Mais do que um estudo de viabilidade, o trabalho deu à franqueadora um método para decidir, separando o desejo de expandir da leitura fria sobre onde a expansão teria maior chance de prosperar.

A pergunta certa raramente é ‘podemos crescer mais?’. É ‘onde o crescimento se sustenta?’. Foi esse o raciocínio que estruturamos com o Açaí da Barra, da decisão de internacionalizar à forma de remunerar a rede.

Lyana Bittencourt

CEO do Grupo BITTENCOURT

A engenharia financeira por trás da rentabilidade

Em um segundo movimento, com o olhar de volta ao Brasil, o Grupo BITTENCOURT conduziu, ao lado do Açaí da Barra e de um escritório tributário, uma análise profunda da indústria e da estrutura econômica da rede. O objetivo era revisar o custo da mercadoria, o preço pelo qual os produtos deveriam ser vendidos ao franqueado e a estrutura de royalties.

O trabalho confrontou o modelo vigente com o modelo ideal, agora calibrado também pela leitura tributária. Essa engenharia é frequentemente invisível para o consumidor e até para boa parte do mercado, mas é ela que define se a equação financeira fecha para os dois lados: para a franqueadora e para quem investe em uma unidade. Ajustar preço ao franqueado, margem e royalties de forma integrada é o que sustenta a rentabilidade da rede no longo prazo.

Da modelagem da franquia à gestão de uma rede com 300 lojas

Com a operação em outro patamar, surgiram novas demandas como a gestão da rede de franquias. Há cerca de dois anos, o Açaí da Barra voltou a procurar o Grupo BITTENCOURT para uma nova etapa: fortalecer a gestão da rede, ampliar a visibilidade sobre a performance das lojas e estruturar ferramentas capazes de apoiar as decisões da franqueadora e dos franqueados.

Os principais desafios estavam ligados à rentabilidade, ao layout de loja, ao nível de serviço, à gestão financeira por unidade e à excelência operacional. A dimensão alcançada, tanto em número de lojas quanto de operadores, tornou imperativo entender com profundidade o comportamento de cada unidade, de cada cluster e as oportunidades de melhoria em toda a rede.

O Grupo BITTENCOURT estruturou soluções que nos trouxeram visibilidade, transparência e abertura de comunicação com a rede para tratar o ponto de venda de forma mais estruturada.

Alexandre Ustulin

CEO do Açaí da Barra

Mais clareza sobre rentabilidade e gestão financeira

Um dos avanços gerados pela parceria foi a criação de uma visão econômico-financeira detalhada e integrada da rede, com Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) por loja. A ferramenta permite dialogar com o franqueado sobre modelo de remuneração, rentabilidade, pontos de atenção e melhores práticas, enquanto a franqueadora amplia sua capacidade de cruzar dados de rentabilidade, volume, aderência ao padrão e nível de execução por estabelecimento.

O nosso DRE, hoje, aponta onde estão os erros, os acertos e as melhores práticas a serem adotadas individualmente. Esse tipo de visibilidade 360 graus é essencial para a franqueadora.

Alexandre Ustulin

CEO do Açaí da Barra

A gestão por dados permite identificar problemas antes que comprometam a operação, separar desafios financeiros de desafios operacionais, segmentar unidades, definir prioridades, orientar os consultores de campo com mais precisão e direcionar treinamentos, investimentos e ações de melhoria de forma assertiva. “No final do dia, temos um painel de controle com vários pilares que facilitam a gestão na ponta do negócio”, afirma Ustulin. Para ele, a conversa com o franqueado deu um salto de qualidade: passou de percepções isoladas a diagnósticos e planos de evolução orientados por dados.

Loja Perfeita: padronização como ativo da marca

Outro produto estruturado pelo Grupo BITTENCOURT foi um manual de padronização operacional detalhado, batizado pelo Açaí da Barra de “Loja Perfeita”. O material nasceu do objetivo de garantir consistência na experiência do consumidor em qualquer unidade da rede.

A iniciativa organiza critérios que vão da abertura da loja à operação de freezers, controle de estoque, exposição de produtos e gestão de perdas. Descreve, com minúcia, layout da unidade, fachada, área de consumo, cozinha, armazenagem, limpeza, segurança e demais pontos essenciais da operação.

Como o franqueado deve abrir a loja? O que ele tem que fazer no freezer? Como acomodar melhor o produto? Como garantir o nível de estoque sem perdas? Como expor o produto na loja? O manual da ‘Loja Perfeita’ explica tudo isso para os nossos parceiros.

Alexandre Ustulin

CEO do Açaí da Barra

Para Ustulin, o guia traz mais clareza para a rotina dos franqueados e fortalece o alinhamento entre franqueadora e rede. A padronização é um dos pilares mais importantes do franchising: quanto maior a marca, maior a necessidade de garantir que o modelo seja replicado com consistência, sem perder eficiência, qualidade e identidade.

Padronização não engessa uma rede. Ela liberta. Quando o básico está garantido em cada loja, a franqueadora ganha energia para investir no que realmente diferencia a marca.

Lyana Bittencourt

CEO do Grupo BITTENCOURT

Uma jornada contínua de melhoria

A evolução do Açaí da Barra mostra que a gestão de uma rede não se encerra na formatação do modelo. À medida que a franqueadora supera um desafio, novos patamares se apresentam. Para Ustulin, o avanço acontece em ciclos: depois de estruturar processos, indicadores e padrões, a rede passa a identificar novas agendas de crescimento, inovação, rentabilidade e experiência do consumidor, em uma espécie de espiral virtuosa.

Esse modelo permite que a franqueadora evolua em sintonia com o mercado e com o comportamento do consumidor, inovando o portfólio, integrando canais ou buscando novos territórios. Não por acaso, a parceria com o Grupo BITTENCOURT percorreu, ao longo dos anos, formatação, internacionalização, reestruturação financeira e, agora, gestão de performance ao lado dos franqueados.

Consultoria sob medida para a realidade do negócio

Ao avaliar a parceria, Ustulin destaca a capacidade do Grupo BITTENCOURT de entender a natureza de cada empresa e construir soluções aderentes à realidade da franqueadora.

“Desde o início, no desenvolvimento, na implementação e na discussão do plano, a BITTENCOURT demonstrou capacidade e flexibilidade para entender a natureza única do nosso negócio, da nossa dor, da nossa necessidade. A partir de uma escuta qualificada, customizou a solução para aquilo que a empresa buscava”, diz o CEO.

Não recebemos um negócio empacotado, puxado da prateleira e jogado para ser executado.

Alexandre Ustulin

CEO do Açaí da Barra

Crescimento sustentado por estrutura, dados e excelência operacional

O case do Açaí da Barra evidencia um movimento cada vez mais relevante no franchising e no varejo: redes que crescem de forma consistente precisam ir além da expansão comercial. É preciso fortalecer a gestão da rede, acompanhar indicadores, reduzir riscos operacionais, apoiar franqueados e construir uma cultura de melhoria contínua.

Com o apoio do Grupo BITTENCOURT, o Açaí da Barra avançou em pilares essenciais para uma franqueadora em expansão e hoje se apresenta ao mercado com uma rede sólida e confiável para investidores: modelagem de negócio, padronização de lojas, consultoria de campo, gestão financeira por unidade, excelência operacional e governança da rede.

Em última instância, o que importa em uma parceria é o resultado. E a nossa constatação é a de que tudo o que temos construído com o Grupo BITTENCOURT tem surtido resultado após a implementação das soluções.

Alexandre Ustulin

CEO do Açaí da Barra


Perguntas frequentes
Quantas lojas o Açaí da Barra tem atualmente? ▼

A rede conta com cerca de 300 lojas e 250 franqueados. Nos últimos 18 meses, saiu de aproximadamente 210 para 300 unidades, um avanço de 100 lojas sustentado por uma gestão mais orientada por dados e padronização operacional.

Há quanto tempo o Açaí da Barra é atendido pelo Grupo BITTENCOURT? ▼

A parceria começou há cerca de sete a oito anos, ainda na fase de estruturação da franqueadora. Ao longo do tempo, percorreu quatro frentes: formatação do modelo de franquia, internacionalização, reestruturação financeira e, atualmente, gestão de performance da rede.

O que é o manual “Loja Perfeita”? ▼

É um manual de padronização operacional detalhado, estruturado pelo Grupo BITTENCOURT. Ele organiza critérios que vão da abertura da loja à operação de freezers, controle de estoque, exposição de produtos, layout, fachada, limpeza e gestão de perdas, garantindo consistência na experiência do consumidor em qualquer unidade da rede.

Como a gestão por dados melhora a rentabilidade da rede? ▼

A criação de uma Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) por loja deu à franqueadora uma visão econômico-financeira integrada. Isso permite identificar problemas antes que comprometam a operação, separar desafios financeiros de operacionais, segmentar unidades, definir prioridades e direcionar treinamentos e investimentos de forma assertiva.

Por que padronização é estratégica em uma rede de franquias? ▼

Quanto maior a marca, maior a necessidade de garantir que o modelo seja replicado com consistência, sem perder eficiência, qualidade e identidade. Com o básico garantido em cada loja, a franqueadora libera energia para investir no que de fato diferencia a marca no mercado.